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segunda-feira, 5 de abril de 2010

História da Cigana Wlavira

Ela é a mãe da tribo.

É clara e tem cabelos loiros lisos e olhos castanhos – escuros. Sua saia parece um lenço multicor: mistura vermelho, verde, azul – claro, rosa, branco, amarelo – ouro, lilás, amarelo –claro, amarelo –queimado, verde –claro, verde –escuro, cor de abóbora, verde –abacate, azul –escuro.

Leva na cabeça uma tiara de flores brancas que tem penduradas fitas multicores, iguais á saia.

A blusa é azul –clara e usa no pescoço um cordão um cordão com uma figa de ouro e uma estrela de cinco pontas.

Adora perfumes e leva na cabeça um lenço amarelo –ouro brilhante. Usa um saco onde traz um baralho, vários cristais e moedas.

Adora se sentar perto do rio, que é o fundamento de Wlavira.

Nasceu numa noite enluarada a beira de um rio numa estrada de chão batido.
Seu pai fez o parto e sua mãe orava a Santa Sara para que Wlavira nascesse perfeita e com saúde.
Casou-se aos 16 anos com um cigano bem mais velho, teve apenas 1 filha e logo ficou viúva.
Criou a filha junto de seus pais e irmãos, dos quais também cuidou até o fim da vida, quando faleceu com 77 anos.

http://pombagirasetesaiasdocabare.blogspot.com/
Sou uma rosa, sou um perfume, sou a mais bela de qualquer jardim, ouço lamentos, ouço queixumes, não há mulher que não venha até mim. Sei seduzir, me deixo seguir, a palavra dificil para mim não existe, de preto e vermelho, ou sem me vestir, homem algum a mim me resiste. Bebo champanhe, fumo cigarro, digo mil coisas sem nunca falar, sei ler na mão, jogo o baralho, a mim só me engana quem eu deixar. Se alguém precise e me queira encontrar, siga o perfume em noite de luar, diga meu nome sem se enganar, sou Pombagira, a rua é meu lar. Autor: Paulo Lourenço

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ
SALVE SETE SAIAS DO CABARÉ!
DONA SETE SAIAS, É MOJUBÁ!