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segunda-feira, 5 de abril de 2010

História da cigana Sandra Rosa Madalena

Conta a lenda que há muitos anos na cidade de Sevilha, nasceu num acampamento cigano uma menina que deram o nome de Sandra Rosa Madalena. Muito bonita e prendada cresceu e foi seduzida por um conde casado, vindo a engravidar.
Grávida e sem marido, a cigana Sandra Rosa Madalena foi expulsa de sua tenda, porque diz a tradição cigana que as mulheres precisam casar virgens, não admitindo-se em seus acampamentos mães solteiras.
Indo ao encontro do seu amante, o conde casado para pedir-lhe ajuda, a cigana Sandra Rosa Madalena assinou a sua própria morte, pois com medo de escândalos, o conde casado ordenou a sua morte.
Depois de sua morte a cigana Sandra Rosa Madalena apareceu em sonhos para o seu povo, que orava por sua alma. Milagres em seu nome aconteceram e enfermidades foram curadas.
Sou uma rosa, sou um perfume, sou a mais bela de qualquer jardim, ouço lamentos, ouço queixumes, não há mulher que não venha até mim. Sei seduzir, me deixo seguir, a palavra dificil para mim não existe, de preto e vermelho, ou sem me vestir, homem algum a mim me resiste. Bebo champanhe, fumo cigarro, digo mil coisas sem nunca falar, sei ler na mão, jogo o baralho, a mim só me engana quem eu deixar. Se alguém precise e me queira encontrar, siga o perfume em noite de luar, diga meu nome sem se enganar, sou Pombagira, a rua é meu lar. Autor: Paulo Lourenço

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ
SALVE SETE SAIAS DO CABARÉ!
DONA SETE SAIAS, É MOJUBÁ!