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terça-feira, 13 de abril de 2010

História da Cigana Soraya

Flowers Pictures, Images and Photos




Na Idade Média, uma caravana de ciganos hospedou-se em uma cidade. Logo o grupo começou a trabalhar fazendo as seguintes atividades: jogando tarô, lendo as mãos das pessoas na rua, dançando, vendendo e confeccionando artesanato. Nesta caravana havia uma excelente dançarina chamada Soraya.
Um certo dia a princesa Karin, resolveu sair do castelo, vestida de mendiga só para ver o espetáculo dos ciganos na rua. A alteza viu Soraya dançar divinamente e ficou encantada. Quando a bailarina terminou a apresentação, Karin aproximou-se da sua tenda e disse:
- Parabéns pela apresentação!
- Eu sou a princesa Karin, estou disfarçada de mendiga porque fugi do meu castelo para ver os ciganos dançarem.
- Fique tão apaixonada pelo seu bailado, que gostaria de ter aulas de dança cigana com você.
- Avisarei aos soldados do meu pai para deixa-la entrar amanhã de manhã no castelo.
A cigana falou:
- Eu aceito a proposta. Mas só posso sair com o meu irmão Pablo, que é músico.
Karin comentou:
- Tudo bem, você poderá trazer o seu irmão também. Afinal precisamos de um instrumentista para fazer as aulas.
Então, no dia seguinte, Soraya e Pablo foram recebidos no castelo pela princesa, que levou os ciganos a um salão enorme. No meio da aula o rei abriu a porta do local e perguntou:
- O que está acontecendo aqui?!
Sua filha explicou:
- Estou tendo aulas de dança cigana, papai.
O homem entrou no salão, olhou a cigana Soraya de cima a baixo e comentou:
- Gente bonita!
- Podem continuar as aulas, desde que sejam na minha presença.
O nobre não tirava os olhos da cigana. No dia seguinte Soraya recebeu um ramalhete de flores que foi entregue por um soldado do rei. A jovem ficou atordoada, mesmo assim voltou para o castelo com o objetivo de ensinar dança cigana para a princesa. Porém, no meio da aula, a rainha abriu a porta do salão e ficou com inveja das belas pernas da cigana, que apareciam de acordo com o movimento da enorme saia.
Naquele dia após a aula, dentro do castelo, o rei aproveitou-se que Pablo afastou-se da irmã e puxou a cigana para o seu quarto, agarrou-lhe e deu-lhe um beijo à força. Naquele instante a rainha abriu a porta, viu a cena e ficou horrorizada de ciúmes. No mesmo dia ela condenou Soraya à forca alegando, falsamente, que a moça era bruxa. Mas no instante do enforcamento, a corda partiu-se misteriosamente soltando o corpo da garota no chão sem feri-la. Então o padre falou:
- Quando uma coisa destas acontece, significa que o condenado é inocente.
- Portanto podem soltar a jovem!
À noite, Soraya estava dormindo em sua tenda. Quando, de repente, soldados encapuzados seqüestraram a jovem e a colocaram numa carroça. Eles pararam no meio da floresta e de uma outra carroça, saiu a rainha que disse:
- Você escapou do enforcamento, mas não escapará da minha vingança. Pois cortarei as suas belas pernas.
Deste jeito a monarca cortou as pernas de Soraya com uma espada. Por isto pobre cigana morreu de hemorragia no meio do mato.
No meio daquela floresta existia uma senhora chamada Mary, mãe de uma adolescente chamada Brenda, que tinha pernas mas nunca andou na vida. Mary estava indo pegar água do poço, quando de repente viu o corpo da cigana sem as pernas. Então ela orou pela alma da jovem e enterrou a pobre. Quando ela chegou em casa viu que sua filha deficiente estava de pé. Assim a mulher perguntou:
- O que é isto Brenda?!
- Você tem treze anos, de idade, e nunca andou na vida!
A menina explicou:
- Hoje apareceu para mim uma moça, sem as pernas, flutuando pelo ar. Ela falou que eu andaria, como forma de agradecimento, porque a senhora rezou pela sua alma e enterrou o seu corpo, que teve as pernas amputadas.

Autora: Luciana do Rocio Mallon
site usinadasletras.com.br
Sou uma rosa, sou um perfume, sou a mais bela de qualquer jardim, ouço lamentos, ouço queixumes, não há mulher que não venha até mim. Sei seduzir, me deixo seguir, a palavra dificil para mim não existe, de preto e vermelho, ou sem me vestir, homem algum a mim me resiste. Bebo champanhe, fumo cigarro, digo mil coisas sem nunca falar, sei ler na mão, jogo o baralho, a mim só me engana quem eu deixar. Se alguém precise e me queira encontrar, siga o perfume em noite de luar, diga meu nome sem se enganar, sou Pombagira, a rua é meu lar. Autor: Paulo Lourenço

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ
SALVE SETE SAIAS DO CABARÉ!
DONA SETE SAIAS, É MOJUBÁ!