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quinta-feira, 1 de abril de 2010

O sexo e amor na visão espírita



Ignorar o sexo em nossa edificação espiritual seria ignorar-nos.
Urge, no entanto, situá-lo a serviço do amor, sem que o amor o se lhe subordine.
Imaginemo-los ambos, na esfera da personalidade, como rio e o dique na largueza da terra.
O rio fecunda;...O dique controla.

O rio espalha forças;...O dique policia-lhes a extensão.

No rio, encontramos a natureza;...No dique, surpreendemos a disciplina.

Se a corrente ameaça a estabilidade de construções dignas, comparece o dique para canaliza-la proveitosamente, noutro nível.

Contudo, se a corrente supera o dique, aparece a destruição, toda vez que a massa líquida se dilate em volume. Igualmente, o sexo é a energia criativa, mas o amor necessita estar junto dele a funcionar por leme seguro.

Se a simpatia sexual prenuncia a dissolução de obras morais respeitáveis, é imprescindível que o amor lhe norteie os recursos para manifestações mais altas, porquanto sempre que a atração genésica é mais poderosa que o amor, surgem as crises de longo curso, retardando o progresso e o aperfeiçoamento da alma, quando não lhe embargam os passos na loucura ou na frustração, na enfermidade ou no crime.

Tanto quanto o dique precisa erguer-se em defensiva constante, no governo das águas, deve guardar-se o amor em permanente vigilância, na frenação do impulso emotivo.

Fiscaliza, assim teus próprios desejos.

Todo pensamento acalentado tende a expressar-se em ação.

Quase sempre, os que chegam além-túmulo, sexualmente, depravados, depois de longas perturbações, renascem no mundo, tolerando moléstias insidiosas, quando não se corporifiquem em desesperadora condição inversiva, amargando pesadas provas como conseqüências dos excessos delituosos a que se renderam. À maneira de doentes difíceis, no leito da contenção, padecem inibições obscuras ou envergam sinais morfológicos em desacordo com as tendências masculinas ou femininas em que ainda estagiam, no elevado tentame de obstar a própria queda em novos desmandos sentimentais.

Ama, pois, e ama sempre, porque o amor é a essência da própria vida, mas não cogites de ser amado;...Ama por filhos do coração aqueles de quem, por enquanto, não podes compartilhar mais íntima, aprendendo o puro amor fraterno que Jesus nos legou.

Mas se a inquietação sexual te vergasta as horas, não te decidas a aceitar o conselho da irresponsabilidade que te inclina a partir levianamente "ao encontro de um homem" ou "ao encontro de uma mulher", muitas vezes em perigoso agravo de teus problemas.

Antes de tudo, procura Deus, na oração, segundo a fé que cultivas, e Deus que criou o sexo em nós para engrandecimento da criação, na carne e no espírito, ensinar-nos-á como dirigi-lo.

Emmanuel
Recebido por Francisco Cândido Xavier.
Sou uma rosa, sou um perfume, sou a mais bela de qualquer jardim, ouço lamentos, ouço queixumes, não há mulher que não venha até mim. Sei seduzir, me deixo seguir, a palavra dificil para mim não existe, de preto e vermelho, ou sem me vestir, homem algum a mim me resiste. Bebo champanhe, fumo cigarro, digo mil coisas sem nunca falar, sei ler na mão, jogo o baralho, a mim só me engana quem eu deixar. Se alguém precise e me queira encontrar, siga o perfume em noite de luar, diga meu nome sem se enganar, sou Pombagira, a rua é meu lar. Autor: Paulo Lourenço

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ

POMBAGIRA SETE SAIAS DO CABARÉ
SALVE SETE SAIAS DO CABARÉ!
DONA SETE SAIAS, É MOJUBÁ!